Diário de bordo do Morangwatt - rnlcarlov

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psi20
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Re: Diário de bordo do Morangwatt - rnlcarlov

Mensagem por psi20 » 06 abr 2018, 15:29

rnlcarlov Escreveu:
JCF Escreveu:Será que o Morangwatt passou ontem perto das 13h na zona da Av. 5 de outubro? Era um clone vermelho e como se calhar nem ha assim tantos em circulação... :D
Quase certamente que sim. Ando muito por essas zonas, e só tenho conhecimento de um clone vermelho a fazer serviço da Telepizza da Covilhã.
Correcção, Guarda. na Covilhã anda o branco

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Re: Diário de bordo do Morangwatt - rnlcarlov

Mensagem por rnlcarlov » 06 abr 2018, 15:41

psi20 Escreveu:
rnlcarlov Escreveu:
JCF Escreveu:Será que o Morangwatt passou ontem perto das 13h na zona da Av. 5 de outubro? Era um clone vermelho e como se calhar nem ha assim tantos em circulação... :D
Quase certamente que sim. Ando muito por essas zonas, e só tenho conhecimento de um clone vermelho a fazer serviço da Telepizza da Covilhã.
Correcção, Guarda. na Covilhã anda o branco
Ou isso. :mrgreen:

JCF
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Re: Diário de bordo do Morangwatt - rnlcarlov

Mensagem por JCF » 07 abr 2018, 17:42

Então era mesmo o morangwatt :D

Ia todo reluzente e aquela cor disfarça um pouco o ar de frigorífico que o carro tem em branco.

Como já tenho dito até não me importava de ter um mas os eventuais problemas de carregamento no condomínio do parqueamento e a dificuldade de justificar ter dois carros demoveu-me. Quando trocar o Focus provavelmente irei para um híbrido Plg-in ou elétrico.

Boa sorte com o MorangWatt :D

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Re: Diário de bordo do Morangwatt - rnlcarlov

Mensagem por Nerusonu » 08 abr 2018, 09:41

Ainda não tinha visto nenhum que não fosse branco... Fica sem dúvida mais engraçado.

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Re: Diário de bordo do Morangwatt - rnlcarlov

Mensagem por rnlcarlov » 09 abr 2018, 14:07

Nerusonu Escreveu:Ainda não tinha visto nenhum que não fosse branco... Fica sem dúvida mais engraçado.
A frota da CML faz com que o branco seja a cor mais comum aqui por Lisboa :) . Mas da particulares tenho visto muitos cinzentos, e também um ou outro azul ou preto.

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Re: Diário de bordo do Morangwatt - rnlcarlov

Mensagem por Nerusonu » 10 abr 2018, 01:19

rnlcarlov Escreveu:
Nerusonu Escreveu:Ainda não tinha visto nenhum que não fosse branco... Fica sem dúvida mais engraçado.
A frota da CML faz com que o branco seja a cor mais comum aqui por Lisboa :) . Mas da particulares tenho visto muitos cinzentos, e também um ou outro azul ou preto.
Os que vou vendo por onde passo(Alverca, T. Vedras e Alenquer) são quase sempre branco frigorifico o que não abona muito em favor do carro, muito pelo contrário.

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Re: Diário de bordo do Morangwatt - rnlcarlov

Mensagem por rnlcarlov » 06 jun 2018, 13:47

Neste fim de semana prolongado o Morangwatt voltou ao Algarve, mas precisamente a São Brás de Alportel.
O percurso de ida foi o do costume: A2-A22 usando todos os PCRs disponíveis no caminho.
O primeiro troço é o mais fácil e o carro chegou assim:
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O mais complicado até foi arranjar espaço para carregar, já que VEs não havia nenhuns, mas a AS estava cheia de carros, cheia de obras e já lá estava um ICE a estacionar frente ao PCR. Um pouco antes de terminar a carga tive que pedir a uns condutores para tirarem os carros de onde estavam pois não tinha espaço para sair.

Com 80% no bucho rumo a Aljustrel, com vento ligeriamente a favor. À chegada estava assim:
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Infelizmente em Aljustrel estava um Tesla preto à carga e nem sinal do condutor. Ainda estive pelo menos 40 minutos à espera até que finalmente apareceu o casal dono do Tesla. Ainda me pediram mais 10 minutos e pronto, que se lixe. Já lá estava há 40 e irritado, mais 10 minutos tb não era por aí além. O que me chateou aqui é que dando o PCR para carga simultânea, uns 20 minutos no Chademo já me davam para encher a 80% e o Tesla tinha a possibilidade de carregar no AC a uma velocidade aceitável, embora naturalmente mais lento que o Chademo. Era uma melhor gestão de tempo e recursos que se fazia, se ao menos estivesse ali alguém para falar. Mas nem pessoa nem número de contacto. Enfim...

Quando chegou a minha vez lá carreguei até 90%. Só apareceu um Zoe entretanto, mas como não competimos pela mesma tomada tudo fino.
O trajecto até Loulé correu como normal, começando primeiro por ir a 70km/h e depois aumentando consoante via que ia tendo folga. Na A22 já vinha a 90/100, tal tinha sido a folga acumulada. O vento estava mesmo de norte.
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(o OBD desemparelhou-se por uns minutos, logo estão registados menos km)

De Loulé a são Brás de Alportel são apenas 20 e poucos kms, embora a subir, e no fiquei no hotel Rocha da Gralheira, onde foi fácil carregar o carro, pois o nosso quarto tinha uma varanda virada para o estacionamento.
Durante o meu tempo no Algarve, aproveitei para conhecer um pouco o interior desta região. Visitei Loulé e dei um passeio por serras e vales, vi duas albufeiras do rio Arade. Num dia fiz 113km até chegar com 16% ao PCR de Loulé:

Também fui a Tavira o ao Pego do Inferno (que felizmente está completamente recuperado do incêndio de há uns anos atrás) e subi ao cerro de S. Miguel, o ponto mais alto das imediações de Faro e Olhão.
Para o caminho de regresso, quis aproveitar a vantagem de altitude de partir de São Brás de Alportel, e em vez de descer e apanhar a A22, decidir ir pela N2 directo até a AS de Aljustrel, evitando a carga em Loulé. Eram 113km mas com subidas acima dos 550m. O que eu também não sabia era que a N2 entre São Brás de Alportel e Almodôvar é estrada património com diversas estruturas e sinalética antiga recuperadas, e que é conhecida como a estrada das 365 curvas.
Fiquei a saber em primeira mão como isso é verdade. O lado bom é que andando devagar por causa das curvas todas tirou-me o receio de não chegar ao PCR pois em Almodôvar ainda tinha uma boa % restante e continuava com elevação ligeiramente a favor até Aljustrel, onde ainda cheguei com 20%, mesmo pondo mais o pé no acelerador no curto trajecto de AE.
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Em Aljustrel foi carregar e andar, mas em Alcácer estava um Outlander na Chademo, e nem sinal de condutor.
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Esperei uns minutos e o carregamento parou. Logo tirei a Chademo do Outlander e pus o meu a carregar. Quando estava quase a nos 80% chegou o mesmo Zoe que encontrei à ida, mas por causa do Outlander não podia parar junto da Mennekes. Como estava quase a ir-me embora, foi só questão de ele aguardar um bocadinho até eu sair e ele poder por o Zoe à carga. Do dono do Outlander, nem sinal durante este tempo todo. :evil: Graças a Deus que pelo menos o carro não carrega muito tempo.

Para Lisboa notei que estava um bocado de vento contra. Tendo saído do PCR com 77%, cheguei a ver a tartaruga já em Lisboa, tendo chegado com 6%. O panorama das células com este SOC era o seguinte:
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Ali a célula nº 20 é a mais fraquita. Neste momento o carro ainda estiva uma capacidade de 40.5Ah, o que me parece muito bom para um carro de 2011 com quase 40000km.
Última edição por rnlcarlov em 28 jun 2018, 17:51, editado 1 vez no total.

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Re: Diário de bordo do Morangwatt - rnlcarlov

Mensagem por renateves » 06 jun 2018, 14:18

A maldita da célula 20... deve ser um mal comum, ou pela disposição dela ou então não sei!! O meu também também tem a mesma problemática e já vi outros com o mesmo sintoma... aliás, há um vídeo no youtube da mudança da celula 20 num IOn, que estragava "tudo".
Porque será? :roll:

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Re: Diário de bordo do Morangwatt - rnlcarlov

Mensagem por BrunoAlves » 06 jun 2018, 14:50

Excelente relato e parabéns por (continuares a) mostrar como os carros são é para andar. Ah e tal pouca autonomia, ah e tal poucos pontos de carga... Desculpas!

Esses acampados de PCR, o que lhes desejo é que muito em breve tenham a mesma sorte :evil:
Se forem conduzir, não bebam. Se forem beber, chamem-me!!! :D

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Re: Diário de bordo do Morangwatt - rnlcarlov

Mensagem por rnlcarlov » 18 jun 2018, 12:33

Este fim de semana fui a Braga para mais umas centenas de km elétricos.
À ida para cima as paragens habituais dos PCRs de Santarém, Leiria, Pombal, Mealhada e Antuã.

Partida às 10h20. Primeiro troço de 90km até Santarém foi feito com velocidades em AE a rondar os 85-90km/h
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Saída com 65% e toca a subir a serra a 95-100km/h até Leiria
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(faltam aqui uns kms que o OBD desemparelhou.

De Leiria partir com 55% rumo a Pombal, também pelos 100km/h.
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Saída com 60% rumo à mealhada, com paragem para comer qualquer coisa.
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Carreguei até cerca de 70% e abalei para Antuã
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Enquanto carregava até 80% em Antuã, aparece o primeiro VE que encontrei neste percurso, um Tesla. Ainda bem que cheguei lá primeiro. Mas tenho a impressão que o senhor não conhecia o Supercharger de Fátima, pois falou em ter de ir de Lisboa ao Porto e voltar e por isso necessitar daquela carga.

Com 80% no bucho (e mais comida) fiz 80km até à AS Seide (A7), conseguindo deste modo evitar a zona do Porto e a sua alta taxa de ocupação de PCRs. Fui a cerca de 80-85km/h.
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Em Seide estava um Volvo plug de um tipo holandês a carregar na Mennekes. Felizmente este PCR dá para carga simultânea, mas ainda custou fazer-me entender que precisava que ele se deslocasse para o lado para me dar espaço para usar o Chademo. Ele tinha cartão mobie mas andava um pouco às aranhas como usar o carregador. Daí para Braga eram 25km (dando a volta para trás no primeiro nó da A7.

No regresso de Domingo, saí pelas 11h15 totalmente carregado, e dada a proximidade da AS de Seide, fiz directamente os 100km até à AS de Antuã, começando nos 80km/h, mas aumentado até 100 após passar o Porto e ver que ia folgado.
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Paragem para almoço enquanto deixei o carro a carregar até aparecer um i3 para carregar. Saí com 85% e mantive-me mais ou menos nos 85km/h o caminho todo até Pombal.
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Estava um ZOE a carregar há apenas 10 minutos, logo dei a volta e carreguei no outro sentido até aos 60%.
Abalei para Leiria a 100km/h.
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Ao fim de uns minutos de carga, enquanto comia um gelado, vi que chegou um leaf cinza, mas que pouco depois decidiu ir-se embora. Antevendo que o ia encontram na AS de Santarém, em vez de abalar com 60% como tinha planeado, deixei estar até o PCR parar próximo dos 80% e apontei para ir directo até Aveiras.
Na primeira parte comecei por ir pelos 80%, mas após a descida da serra tinha alguma folga, pelo que subi para 85-90 km/h. Ao passar por Santarém, olhei e lá estava o Leaf cinza em carga como eu esperava. Uns kms antes de chegar a Aveiras passa por mim um i3 em boa velocidade.
Claro que quando cheguei ao PCR, este já estava ocupado pelo i3, que tinha iniciado carga 5 minutos antes.
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Espreitei para o lado oposto da AS e estava um Leaf e uma eNV200, logo tive mesmo de esperar. Saí da Aveiras com 65% e foi smooth sailing até casa. Durante esta viagem, o carro passou a marca dos 40000km.

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